A importância do fisioterapeuta hospitalar

Por Micheline Francis Pereira Marques Cunha

O papel dos profissionais da área da saúde, em especial do Fisioterapeuta, torna-se cada vez mais complexo face à constante qualificação dos serviços de assistência à saúde, que não se limitam mais a garantir sobrevida, mas a oferecer qualidade de vida às pessoas. Em decorrência disso, o Hospital Nossa Senhora de Fátima, descobrindo novas possibilidades de intervenção, concluiu que esses especialistas também são fundamentais na recuperação de seus pacientes e ampliou sua área de atuação. Assim, no processo pelo qual evolui a humanidade, a atuação do Fisioterapeuta no processo saúde-doença assume papel decisivo para garantir, principalmente qualidade de vida à população.

Entretanto, poucos sabem qual importância do fisioterapeuta em hospitais que realizam procedimentos de grande complexidade, como Unidades de Terapia Intensiva, cirurgias, neurológicas, ortopédicas, oncologia, dentre outros. Eles desenvolvem assistência humanizada e especializada, visando a recuperação do paciente.

A equipe de fisioterapeutas dessa Instituição, na responsabilidade da Dra. Micheline Cunha e Dr. Alencar Amorim, prestam assistência diária a ? leitos, e o maior objetivo é preservar, desenvolver e restaurar a integridade de órgãos, sistemas e funções.

A importância da fisioterapia vai do aspecto assistencial a redução do custo financeiro: o tratamento de pacientes em fase de recuperação, seja de traumas ou cirurgias, resulta em uma maior agilização das altas, o que aumenta a rotatividade dos leitos, diminui as chances de infecções hospitalares, minimiza os custos com remédios e oxigênio, e, principalmente, fornece uma melhor qualidade de vida ao paciente.

Para situar a importância da Fisioterapia no contexto regional, onde está inserido o Hospital Nossa Senhora de Fátima, faz-se necessário uma breve retrospectiva sobre sua evolução nos diferentes momentos da história. As primeiras atividades que se pode relacionar a esta profissão iniciaram na antiguidade através do uso de agentes físicos para o tratamento da dor e a ginástica com fins terapêuticos.

A origem da profissão enfatizou e direcionou atividades para a recuperação de pessoas fisicamente lesadas como decorrência das grandes guerras. No Brasil, a Fisioterapia surge como possibilidade de solução para os altos índices de acidentes de trabalho.

Entretanto, com a evolução dos tempos a Fisioterapia cresceu como área de conhecimento, ampliando sua área de atuação profissional e consequentemente o mercado de trabalho.

O Fisioterapeuta, atualmente, além de atuar nas áreas de terapêutica e reabilitação desenvolve programas de prevenção, proteção e promoção da saúde. Ao se firmar como área específica do conhecimento atua no tratamento e prevenção de alterações cinético- funcionais como distúrbios neuro-musculares, músculo-esqueléticos, neuro-psiquiátricos, respiratórios, ginéco-obstétricos, pediátricos e nas áreas de geriatria, oncologia.

Nas indústrias, clubes esportivos e recreativos a Fisioterapia torna-se parte efetiva, atuando na análise da função e prevenção de acidentes e doenças originárias do trabalho como também da prática esportiva e lazer. Além de todas estas atividades, o Fisioterapeuta pode atuar também, na elaboração de programas de saúde oficiais, em instituições de ensino, no desenvolvimento de pesquisas e na área da estética.

Tendo em vista as características contextuais e conjunturais que se configura a profissão do Fisioterapeuta em nossos tempos e as projeções de avanços no próximo milênio, percebe-se que novos desafios e exigências irão se apresentar, e estes profissionais estarão aptos a demandar um preparo que os contemple.

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